Quimioterapia a partir de agosto no AME Oncologia de Mogi das Cruzes

O governador Rodrigo Garcia visitou nesta quarta-feira (20) o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Oncologia de Mogi das Cruzes. A unidade oferece atendimentos a pacientes com câncer de pele, por meio do Programa AME Oncologia, e, a partir de agosto, também terá sessões de quimioterapia para diversos tipos de câncer.

“Hoje estou fazendo uma visita ao AME de Mogi das Cruzes, que tem um atendimento regional a todo o Alto Tietê e faz diagnóstico para câncer. Estamos aqui vistoriando porque o AME, a partir de agosto, passa a realizar quimioterapias, ampliando a oferta na região e fazendo com que a população que hoje sofre com câncer tenha acesso mais rapidamente ao tratamento”, disse Rodrigo.


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Somente nesta unidade serão 1,7 mil sessões de quimioterapia até o final deste ano, ampliando a assistência oncológica da região do Alto Tietê. A iniciativa vai reduzir o deslocamento dos pacientes para outras cidades para a realização dos atendimentos.

Além de Mogi das Cruzes, os AMEs de Santo André, Itapetininga, Dracena e Taubaté serão as demais unidades com atendimento integral com quimioterapia, ofertando mais de 20 mil sessões por ano, integrando a Rede Hebe Camargo de Combate ao Câncer.

O AME de Mogi das Cruzes também realizará atendimentos voltados para o câncer de pele, com uma linha de cuidados com agenda exclusiva para o tratamento oncológico, reduzido de 90 para 45 dias o tempo de atendimento na unidade. Será possível realizar consultas, exames e biópsias na unidade. Os pacientes serão encaminhados pelos municípios com um protocolo especial para o tratamento da doença.

“Essa iniciativa é mais um cuidado que estamos tendo com a população, um olhar humanizado do Governo de São Paulo para aqueles que precisam dessa assistência durante o tratamento do câncer”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn.

O programa AME Oncologia otimiza os recursos do Governo do Estado e a estrutura já existente nos AMEs. A instalação destas unidades terá um investimento 80% menor que a implantação de um novo hospital para este fim, já que potencializam a estrutura existente na rede de ambulatórios.

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