Programa Cidades Inteligentes prorroga prazo de adesão para os Municípios

Iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Regional está modernizando a gestão pública municipal

Cidades Em 07/10/2021 19:24:06

por Assessoria de Imprensa Governo do Estado de São Paulo

O Programa Cidades Inteligentes, da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), prorrogou o prazo para os municípios paulistas aderirem à iniciativa. Os Prefeitos que ainda não fizeram a adesão poderão realizá-la pelo site (https://www.sdr.sp.gov.br/programa-cidades-inteligentes/), até 20 de outubro. 

Lançado em junho desde ano, a iniciativa prioriza a governança em função de metas e planos, o trabalho conjunto entre Estado e Prefeituras, a desburocratização administrativa e estimula soluções tecnológicas para questões ligadas ao planejamento urbano sustentável.  Até o momento, 35% dos municípios aderiram à iniciativa. 

“O Governo de São Paulo é o primeiro do Brasil inteiramente digital. Queremos levar essa experiência para nossas 645 cidades. É fundamental que as Prefeituras Municipais façam a adesão ao Cidades Inteligentes e levem para seus municípios uma gestão cada vez mais avançada”, afirma o Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi. 

No Governo do Estado, o modelo de gestão inteligente já é praticado desde 2019, por meio de iniciativas inovadoras como os programas Parcerias Municipais, Canal Direto – SP + Perto e SP Sem Papel. A partir de agora, o Cidades Inteligentes estenderá esse modelo aos 645 municípios paulistas, por meio de investimentos financeiros e ferramentas tecnológicas. 

Após a adesão, os municípios devem preencher o diagnóstico de maturidade em cidades inteligentes. O questionário online ajudará o Estado a compreender quais são as necessidades de cada cidade e destinará recursos para sua superação. 

“Em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), elaboramos um estudo para saber como está a maturidade dos 645 municípios no âmbito de cidades inteligentes. Após todos os municípios preencherem suas avaliações, utilizaremos os dados para promover novas políticas públicas e investimentos locais”, comenta o Coordenador do Programa, Igor Cunha. 

A ideia é contribuir com os gestores públicos, estaduais e municipais auxiliando-os a identificar as condições atuais das cidades, as competências e necessidades para avançarem na direção de se tornarem cidades inteligentes sustentáveis em médio e longo prazo. 

“O objetivo principal deste projeto não é ranquear quais são as melhores cidades, mas sim identificar os diferentes graus de maturidade que temos nas cidades paulistas e a partir disso desenvolver políticas públicas mais adequadas para cada um desses contextos”, conclui a Diretora e Pesquisadora do IPT, Claudia Teixeira.