Brasil empata com a Costa Rica em jogo marcado por polêmica do campo reduzido

Neymar, que atualmente se recupera de lesão, acompanhou da arquibancada do estádio a estreia da seleção brasileira na Copa América. Foto: Reprodução/Redes Sociais.
Neymar, que atualmente se recupera de lesão, acompanhou da arquibancada do estádio a estreia da seleção brasileira na Copa América. Foto: Reprodução/Redes Sociais.

A seleção brasileira fez sua estreia pela Copa América nessa segunda-feira (24), mas não conseguiu sair do empate contra o time em renovação da Costa Rica. Essa foi a primeira vez desde 1960 que o Brasil não venceu a Costa Rica, eram 9 vitórias consecutivas. O jogo foi marcado por tentativas frustradas de ataque e reclamações sobre o formato do campo, que é menor por ser utilizado pela NFL, a maior liga de futebol americano do mundo.

Nos primeiros 20 minutos de jogo o time da Costa Rica tentou subir a marcação e pressionar o Brasil em sua saída de bola. Percebendo que a tática não estava dando certo, “estacionaram o ônibus em frente ao gol” e assim foi durante todo o restante do jogo.

Foi notícia no Ouvidor

A seleção brasileira tentou de todas as formas furar o bloqueio adversário, mas não obteve sucesso. Foram 19 finalizações e somente 3 delas no gol. A parte criativa foi muito afetada pelo tamanho do campo devido a maneira da seleção jogar. Marquinhos chegou a abrir o placar ainda no primeiro tempo, mas o gol foi anulado pelo VAR em um impedimento milimétrico.

A seleção volta a campo na noite dessa sexta-feira, contra o Paraguai, às 22h, tentando buscar sua primeira vitória na competição e se aproximar da classificação.

O Campo

O tamanho de campo padrão FIFA é 5 metros maior e 4 metros mais largo, fazendo assim com que várias seleções sentissem a diferença. O campo menor influência no jogo ofensivo fazendo com que seleções que priorizam a defesa tenham vantagem.

Após o jogo, o capitão da seleção brasileira comentou sobre a decisão de jogar em campo reduzido. “Me digam vocês se essa dimensão é a justa ou não. É o que é para todas as equipes, o que incomoda é sempre tomarem as decisões sem perguntarem antes a jogadores e treinadores o que acham. Eles simplesmente tomam essa decisão e nós somos obrigados a aceitar”.

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