Meio Ambiente e Cetesb discutem melhoria no saneamento básico

O andamento dos processos de limpeza do córrego Tevó e do licenciamento da concha acústica, na Praça da Juventude, outros pontos abordados, devem ser analisados de forma mais rápida, segundo comprometimento dos técnicos da companhia estadual.

Cidades Em 07/05/2018 18:22:31

por Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Arujá

Licenciamento de desassoreamento de córregos e intervenções em Área de Proteção Permanente (APP), necessários para melhoria do saneamento urbano no município, foram alguns dos assuntos discutidos durante encontro de técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), em Arujá.

O andamento dos processos de limpeza do córrego Tevó e do licenciamento da concha acústica, na Praça da Juventude, outros pontos abordados, devem ser analisados de forma mais rápida, segundo comprometimento dos técnicos da companhia estadual.

Eles ainda esclareceram que para fechar as divisas do Parque Estância Arujá, dentro de Área de Proteção aos Mananciais (APM), será necessária a abertura de licenciamento para a construção de um alambrado. O local serve como ponto descarte de veículos e resíduos, além de atrair nadadores para a área da lagoa, onde há grande risco de morte por afogamento.

Além da reunião, os técnicos Carolina Sayumi e Jose Abílio Teixeira acompanharam a secretária de Meio Ambiente, Ionara Fernandes, em vistoria ao Parque do Jardim Fazenda Rincão. Objetivo era orientar os procedimentos de licenciamentos da revitalização do Parque, principalmente na faixa de APP, onde serão implantadas calçadas e pistas de caminhada, entre outros equipamentos públicos para uso da comunidade.

Elektro

 

Ainda durante o encontro, foram discutidos problemas relacionados à iluminação pública em áreas ambientais. O grupo reuniu-se com o gerente da concessionária responsável pelo serviço na cidade, Milton Pontes, e outra funcionária, Raquel, com o intuito de discutirem estratégias de contenção de invasões e parcelamento irregular de solo em APMs. Foi ainda exigido que a extensão de redes nestas localidades, sem aprovação da Cetesb, passe a ser restringida.