Os transtornos causados após a tempestade em Santa Isabel

Segunda e quinta-feira foram os dias de maior chuva na cidade, ruas ficaram alagadas e árvores caíram interrompendo o trânsito e fornecimento de energia elétrica

Cidades Saúde Em 19/02/2016 20:31:25

Reportagem: Bruno Martins

 

Uma chuva de cerca 30 minutos foi o suficiente para alagar ruas no centro de Santa Isabel e provocar a queda de árvores em alguns pontos da cidade, interditando trânsito e interrompendo parcialmente o fornecimento de energia elétrica em casas e comércios. A Defesa Civil do município não informou exatamente quantas árvores caíram, mas fala de parcerias com a secretarias de Serviços Municipais e Meio Ambiente para combater as enchentes. 

Na segunda-feira, 15, as ruas Santa Cruz, no centro e Leopoldo da Cunha Lima, Bairro Lanifício, além das Avenidas República e Manoel Ferraz de Campos Salles foram os pontos que mais alagaram na cidade. Quem estava de carro se arriscava a passar mesmo diante do medo de ser engolido por algum buraco que pudesse estar escondido em baixo da água. Já quem estava a pé em um destes lugares, não teve outra escolha a não ser andar no meio da enchente a procura de um abrigo.

Solidário com um amigo que deixou a moto estacionada na Rua Santa Cruz em frente à Prefeitura, André Barbosa enfrentou a enchente para retirar a motocicleta do local, mas não chegou a tempo: “Infelizmente quebrou o painel e entrou água pelo escapamento que prejudicou o motor, vou levar e vamos ver o que conseguimos fazer”, disse.

Na quinta-feira, 18, a chuva veio acompanhada de um forte vento que derrubou árvores e galhos nos bairros do Pouso Alegre, Aralú, Estrada Marilândia e até na Av. Prefeito João Pires Filho, no centro, onde o fornecimento de energia elétrica e o trânsito foi interrompido após uma árvore cair sobre a rede. De acordo com o secretário e coordenador da Defesa Civil no município Cap. Domingos Martins sua Secretaria e as de Serviço Municipal e Meio Ambiente trabalham no desenvolvimento de projetos como, por exemplo, a macrodrenagem do Ribeirão Araraquara: “Este é primeiro passo que nos ajudará a definir os reais problemas das enchentes na cidade e partir disso definir as obras emergenciais”, explicou Martins que disse não saber se o projeto ficará pronto nesta ou em na próxima gestão.