Estado mostra evolução de Igaratá

O Governo do Estado de São Paulo divulgou essa semana dados da evolução dos municípios na última década. Diversos setores da administração pública foram comparados indicando, em alguns casos a evolução e em outros a involução ou decadência.

Cidades Em 23/08/2019 22:47:44

O Governo do Estado de São Paulo divulgou essa semana dados da evolução dos municípios na última década. Diversos setores da administração pública foram comparados indicando, em alguns casos a evolução e em outros a involução ou decadência.

A análise apresenta dados da educação infantil, da educação fundamental, da saúde e da segurança. Os dados têm o objetivo de aumentar a competitividade dos municípios, melhorar a qualidade de vida dos seus habitantes e reduzir as desigualdades sociais. E permitirão, conforme o desempenho, mais investimentos na infraestrutura, mais parceria entre estado e município para a melhoria no desempenho, melhor orientação das ações com o ideal de obter resultados mais efetivos e o desenvolvimento do trabalho em redes setoriais, com cooperação regional, com disseminação e compartilhamento de tecnologias e pactuação de resultados.

Os dados referentes a Igaratá indicam que em relação a 2008, na área de matrículas em creche de crianças de 0 a 3 anos de idade passou de 12,4% para 34,7 em 2018. Na pré escola (crianças de 4 a 5 anos) passou de 89,1 para 100%. No ensino fundamental passou de 5,1 para 6,4.

Nos dados referentes à saúde o período analisado se refere a 2007 a 2017 registrando a taxa de mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis (por 100.000 habitantes) de 30 a 69 anos: em 2007 foi de 304,8 e, em 2017 520,5. No item de consultas pré natal, de mães com 7 ou mais consultas, passou de 50,9 para 74,6, praticamente os mesmos índices de Curitiba. Na atenção básica, em 2007 a cobertura atingia 80,8 da população. Em 2017 passou a cobrir 73,1% . Os indicadores da taxa de mortalidade infantil apresentou uma queda significativa: de 26,3 em 2007 para 0 em 2017 por mil nascido vivos.

Na segurança a taxa de homicídio de 0 em 2007, para 10,6 (por 100 mil habitantes), em 2017. Quando a óbitos no trânsito, de 2007 10,0 para 10,6 em 2017.

Para o prefeito Celso Palau os indicadores, embora alguns sejam decadentes, apontam para os caminhos para os quais a administração pública deve buscar e constata, o índice de mortes no trânsito tem uma explicação: a rodovia D. Pedro I.